As ciências por muito tempo foram majoritariamente composta por homens, e as geociências não estão fora dessa realidade; durante séculos o acesso ao ensino superior e pesquisas no geral foi extremamente limitado à mulheres. Apesar das barreiras, diversas mulheres ao longo da história desempenharam papéis fundamentais para o avanço das geociências; na geofísica destaca-se Inge Lehmann, nascida na Dinamarca, teve sua formação em duas instituições “University of Copenhagen e University of Cambridge” tendo desenvolvido uma vasta pesquisa na área sismológica para estudo da estrutura interna da terra. Com isso, espaços antes inacessíveis, passaram a ter cada vez mais a presença feminina.
Já na Phygeo, a história é um pouco diferente, tendo em vista que seu surgimento recente, as mulheres sempre estiveram presentes desde sua fundadora Amanda Almeida Rocha, ocupando diversos cargos e funções. Atualmente (2026), a empresa júnior conta com cinco mulheres em sua equipe, que representam cerca de 35% dos membros efetivos, sendo: Jade Barbosa ocupando o cargo de presidência, Marisol Llurda ocupando o cargo de membro na diretoria de negócios, Ana Beatriz ocupando o cargo de membro da diretoria de operações, Paloma Rettenmaier ocupando o cargo de membro da diretoria de marketing, Angela Nanami ocupando o cargo de diretora de marketing.


A presença feminina na empresa é somente um exemplo do constante crescimento de mulheres nas geociências. Na Phygeo a valorização e incentivo a representatividade e diversidade é um pilar fundamental, afim de construir um ambiente mais diverso, inclusivo e inovador, no qual diferentes perspectivas contribuam para o avanço científico e para a formação de futuras profissionais.